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escrevo Logo existo – 50.000 visitas!!!

50.000

Não que essas marcas tenham um valor tão significante, principalmente se tratando de um cenário em que BLOGs e sites alcançam números muito mais expressivos. Escrevo, Logo existo – 50.000 visitas

Mas só de saber que essa enorme quantidade de pessoas parou, as vezes por engano ou mesmo curiosidade, para ler através da minha “lente” muitas das conclusões, experiências e sentimentos vividos, sinto um grande orgulho.

Durante esses 3 anos encontrei muitos amigos, outros que decidiram tornar-se “leitores” e receber diariamente as atualizações por email e vi que o eLe era uma desculpa à mais para construir relacionamentos, uma ponte entre pessoas que pensam diferente de mim, em muitos aspectos, mas que também se deliciam em conviver NESSAS diferenças.

Claro que ninguém lê tudo… afinal de contas, acho difícil alguém acompanhar esse meu anseio inescrupuloso de compartilhar a vida, mas isso pouco importa, afinal de contas a intenção e o estímulo que tenho e que me faz “tocar” o eLe até hoje é poder ser uma “ilha” de esperança, de um olhar otimista, em um mundo tão vazio de respostas.

Obrigado… simplesmente muito obrigado.

Nonno artista

Sempre in attesa del nonno artista
giocavo alla scuola, sperando il meraviglioso incontro
affrontando l’invidia di chi non era al mio posto!
Lo aspettavo contenta, non temevo sconfitta.
In ogni festa godevamo le sue belle poesie
piene di gioia, di vita, ascoltavo attenta quelle parole magiche
E ora che sono grande capisco il perché della sua fama
Dietro ogni parola aveva un’anima che ama.
C’erano anche i bei disegni del nonno artista.
e pensavo sempre il perché di avere tanti talenti.
Ora che sono grande capisco meglio la sua magia
E perciò più che orgoglio, festeggio la sua presenza in famiglia.
Ora il nonno artista sta sentendo che il tempo passa
Ma nulla porta via la sua gioia, per me lui è una grazia.
Con queste parole mi accorgo che la sua vita è una conquista.
E che ho un’immensa fortuna d’avere e d’amare il mio nonno artista.

Ginetta Cagliari: Uma vida pelo Ideal da Unidade – Sandra Ferreira Ribeiro

Ginetta não é só a minha mãe espiritual, é também biológica.

Sim!

Com certeza, se essa mulher fantástica não deixasse a singela Trento, no norte da Itália, para se aventurar nas terras tropicais do Brasil, eu nunca estaria aqui escrevendo sobre nada, nem ninguém.

Foi por meio de Chiara Lubich e o Ideal da Unidade, concretizado pela presença viva do Movimento dos Focolares como instituição de caráter religioso, que meus pais puderam se encontrar.

Um retiro espiritual para toda a comunidade, a tal MARIApolis, levou meus pais a se conhecerem, se apaixonarem e se casarem.

Quem lê essa biografia sobre Ginetta, sinceramente, vai encontrar muita insanidade no que diz respeito aos escrúpulos humanos. Ela não raciocinava, se lançava, amava e por isso, conquistou tanta gente.

Encontrei-me com esse livro em mãos justamente em um momento particular de escolha radical entre ser FELIZ ou buscar a MÁXIMA FELICIDADE. A singularidade da vida, o radicalismo de Ginetta, me fizeram perceber que não é possível se contentar com o bom, é TUDO ou NADA.

Entendi também que os sonhos mais insanos, mais impossíveis, se são fruto do desejo divino, se concretizam. Isso eu pude experimentar diversas vezes na minha vida, de maneira concreta.

Falar de santidade vai parecer “carolisse”, coisa de beato de igreja, realmente percebo que são rotulações de quem tem medo de se descobrir VAZIO.

A busca de práticas religiosas cotidianas, da vida em comunidade, da oração e contemplação do mundo, contrasta de maneira gritante com o frênesis contemporâneo. Nietzsche diz que Deus está morto, mas o que realmente vai morrendo, sempre mais, é esse desejo interior profundo de buscar A MÁXIMA FELICIDADE, que para o cristão se traduz em um termo forte: SANTIDADE.

Sim, é possivel ser um SANTO MODERNO, que não é aquele estigma do perfeito, do certo, do intocável. A santidade é uma batalha, cotidiana, cheia de erros, acertos, é uma busca constante e insaciável nesta terra.

Ginetta pra mim, que pude conviver “de perto”, é essa possibilidade realizada. É alguém que não parou nos próprios limites, mas buscou o divino, deixando o “impossível” para quem pode se ocupar dele.

Enfim, tudo o que sou, que penso, que faço tem raiz nesse amor…

Será que posso esperar menos? Desejar menos?

Tudo ou Nada…

Ainda bem que não estou sozinho.

O protagonismo de Remisso

pain

Aquele certamente seria o último cumprimento, o adeus entre os dois. Foram alguns meses de saudações, conversas rápidas, mas existia sim um relacionamento profundo, verdadeiro entre eles.

Durante as missas quase cotidianas Remisso encontrava sempre com as prostitutas que se instalavam na grande avenida próxima da sua casa e que era caminho para a igreja mais próxima.

A vagarosidade associada ao seu nome galgou paradoxalmente o espaço entre as vezes que Remisso encontrou Elaine e o seu primeiro cumprimento à moça.

Um relacionamento simples, feito de pequenos gestos de amor, de sorrisos, de um perene escutar diante de uma situação social problemática.

Contudo, Remisso estava doente. Não sabia até quando poderia percorrer a pé aquele caminho até a igreja, quantas saudações poderia ainda dar a Elaine e por isso procurava fazer bem esse singelo gesto.

Com a saúde debilitada não pode mais encontrar sua amiga…

Mas, a convite de seu filho, Elaine teve a oportunidade de visitar Remisso em sua casa. Ali caíram barreiras profundas de preconceito, para que nascesse um olhar mais subjetivo e humano da relação entre marginalizados, alguns socialmente, outros em relação à saúde. Somos todos marginais desta terra.

Após algumas semanas Remisso se foi e Elaine estava lá, presente na missa de 7º dia, para agradecer aqueles muitos gestos de amor de alguém que olhava por dentro da pele e descobria um ser humano onde a maioria das pessoas só vê escória social.

Baseado em fatos reais e uma singela homenagem ao Sr. Remicio L. Gonçalves, pai de um grande amigo, que faleceu há duas semanas.

Você conseguiria solucionar a Crise Financeira?

jogo criseMuita gente sabe que ainda estamos em crise, mas não tem noção de como ela começou e porque gerou um colapso mundial.

Agora imagine que, além de entender todo o rolo, você pudesse solucionar o problema mundial.

“A pequena grande crise” é um jogo online onde você toma decisões estratégicas, com a consultoria de dois conselheiros (um tradicional e outro moderno), como presidente do Banco Central norte americano.

No jogo é você quem conduz a economia em reuniões, baixa na taxa de juros e liberação de verbas.

Quem se arrisca?

http://www.apequenagrandecrise.com.br/

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