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Jovens firmes na fé

JMJ1

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A sociedade moderna é bem consciente do mal que a Igreja Católica causou na história da humanidade. Exploração, injustiça, além de massacres “em nome da Fé” que acabaram com a vida de tantas pessoas na Idade Média. Isso sem contar os escândalos recentes de pedofilia , enfatizados propositalmente pela mídia.

Porém essa concepção, “senso comum” entre críticos da Igreja (que na maioria das vezes não se interessam por aquilo que existe por trás da Instituição) precisa ser superada, para que se redescubra a importância da fé na propagação e preservação de valores que a nossa sociedade vem perdendo .

O cristão, seguidor da mensagem-testemunho de Jesus Cristo, é chamado a descobrir (cada um no seu tempo) os próprios limites de criatura e a importância de um caminho colaborativo com o Criador, que guia cada um para a Felicidade, que muitas vezes passa pelo sofrimento individual ou coletivo.

Ontem começou uma das manifestações mais expressivas da Igreja Católica, a Jornada Mundial da Juventude – JMJ, em Madrid, na Espanha. Evento que não teve destaque em nenhum dos grandes jornais de um país considerado majoritariamente cristão como o Brasil e quase “ignorado” pela grande mídia internacional.

De qualquer forma os jovens estão lá, de todos os cantos da terra, para alguns dias de oração, comunhão, testemunho vivo de uma igreja renovada, atualíssima (basta ver o site oficial da JMJ, com Webtv, canais no Youtube, rádio online, facebook, twitter), uma igreja aberta, mas sem perder os valores e a verdade que ela possui: o amor (Ágape) como fundamento primordial da nossa existência.

O hino da JMJ 2011 fala do valor da fé, esse dom que move as pessoas, que SÃO, na medida que se relacionam: com o mundo (a natureza, o cosmo), com as pessoas e, claro, com Deus.

Os Jovens ainda acreditam. Desde ontem Madri testemunha.

Para baixar o hino clique aqui

Fast Swiss Origins

S

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Qualcuno potrebbe veramente pensare che la storia della Confederazione Elvetica si riassume a queste leggende. Certamente questi clichê non raccontano nulla di ciò che è sucesso dal 1 agosto 1291 –  con la firma del Patto Confederale fra i cantoni di UriSvitto e Untervaldo  al 1848 – quando viene proclamata la costituzione svizzera, creando lo Stato svizzero. La ricchissima storia di questo piccolo paese nel cuore dell’Europa occidentale ci si può trovare visitando il sito www.swissworld.org/it/storia/, ma sopratutto visitando il paese e contemplando gli innumerevoli castelli che raccontano la storia di questo popolo.

Chiara Lubich pelos olhos de Armando Toro para o mundo inteiro

“Uma mensagem escandalosamente interessante”. Foi assim definida a vida de Chiara Lubich pelo escritor da primeira biografia “post mortem” da fundadora do Movimento dos Focolares, Armando Toro, em uma visita ao centro do Movimento em Grottaferratta, na região dos Castelos Romanos.

Antes do Concilio Vaticano II, que transformou a Igreja Católica, (mesmo que ainda não completamente encarnado pela igreja institucional) Chiara Lubich apresentou às suas companheiras, sob os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, um Deus que, apesar das fatalidades e da dor tantas vezes incompreensível, é AMOR.

Porém, nem ela e nem ninguém imaginava que essa descoberta levaria milhares de pessoas em praticamente todo o mundo a conhecer esse “novo conceito” de Deus, com as suas posteriores consequências.

As origens, compreensões pessoais gradativas de Chiara Lubich e o desenvolvimento rápido dos Focolares são apresentados em “PortarTi il mondo fra le braccia” (em português, “levar-se o mundo entre os braços”) por um jornalista, editor do “Corriere della Sera”, um dos principais jornais italiano. Armando Toro não conheceu pessoalmente Chiara e se ateve aos incontáveis documentos e as entrevistas para construir sua biografia.

Momentos de maravilha e dor acompanharam a fase carismático-fundadora dos Focolares, período que se concluiu no dia 14 de março de 2008, quando a sua “mae” morreu aos 88 anos.“Chiara Lubich abraçou mais do que muitos (misticos) o vazio (de Deus), essa não presença, esse Cristo sofredor no abandono e entendia aqueles que não acreditavam, aqueles que experimentavam esse vazio constantemente”, afirmou Toro na sua visita ao centro dos Focolares.

Um livro importante para quem acredita no amor e que investe no dialogo como instrumento para a construção de um mundo melhor, seja ele no âmbito religioso, politico, cultural ou até mesmo econômico.

O livro foi recentemente publicado em português pela Editora Cidade Nova e custa R$29,00 no site, mas quem quiser adquiri-lo em língua original pode comprar online no site da editora Citta Nuova (clique aqui)

Crônica Sophiana

7:15h

O tilintar do despertador decreta aquilo que a luz no quarto já havia denunciado: é hora de levantar (mesmo se o colega de quarto não esboça um mínimo sinal de vida).

Fundamentos de Economia e Seminário de Política são aquilo que me espera hoje, depois de um final de semana de futebol, festa dos estudantes e, claro, estudo.

Desço pra tomar um cafezinho rápido porque as 8:15h vem a van que busca os estudantes de “Tracolle” e leva para a universidade (impossível não pensar no privilégio que as meninas têm de morar no mesmo prédio da faculdade).

As 8:30h estamos todos lá, sentados na aula 1, esperando as atrasadas para a “condivisão”, momento que se repete três vezes na semana e que tem como objetivo refletir como os conhecimentos gerais adquiridos – à luz do Ideal da Unidade – procuram ser colocados em prática na vida cotidiana de cada membro da comunidade sophiana.

Depois da leitura de um trecho do Evangelho alguns falam espontaneamente, em seguida os avisos e logo o intervalo, regido por um bom café italiano e o bate papo informal entre todos, professores e estudantes.

As 9:30h começam as aulas. Interessante descobrir que por trás de todas as áreas do conhecimento se encontra, centralizado ontologicamente, o “homem – relação”. A nossa existência é mesmo diretamente vinculada a de um “outro”, que tantas vezes nos machuca, porque diferente de nós.

Estudando “Ethos do Mercado” é possível descobrir as diferentes estratégias antropológicas para lidar com esse drama e que encontrou, por fim, no Mercado a principal fonte de “immunitas” (imunidade).

As aulas da manhã vão até as 13:15h e o cansaço físico não se compara com o mental, o espiritual, pois tudo que se aprende em Sophia, resvala no nosso interior.

Hoje o almoço é em casa e nisso agradecemos aos estudantes do segundo ano que, por terem um horário menos apertado, fazem a comida para os “coitados” calouros.

É o tempo de comer, dormir uma meia horinha e já estar pronto para, as 15h, voltar para a faculdade. Ainda bem que o Seminário de Política é bem dinâmico, impedindo a ação eficaz, inoportuna e previsível do sono.

Naquela pequena sala, só um terço da classe. Discutimos as raízes, o desenvolvimento e as estratégias do pensamento ideológico. Profunda ênfase em um particular, que permite ser afirmado como verdade, mas que é só um aspecto dentro da multiplicidade social, manipulado por interesses específicos.

“A leitura de obras e a análise dos casos nos conduz a pensar a sociedade levando em consideração a necessidade de conceber a verdade que engloba o todo” – vou pensando de forma pedante enquanto voltamos na van pra casa.

Deixo a mochila no quarto, vejo meus emails, as notícias e as 20:30h estamos todos sentados na sala para jantar, conversar sobre o dia e dar risadas. Oportunidade concreta de verificar e discutir a teoria aprendida durante o dia.

Depois da janta, quem preparou lava, quem deu sorte de não estar na dupla responsável pela refeição vai ver um filme, ler e, claro, se tiver mais coragem que preguiça: estudar.

Lá pelas 23h, após um banho relaxante, sou um dos poucos que vai pro quarto. Leio, vejo um seriado e apago a luz pensando em Aristóteles, nos franciscanos, em Hobbes, Smith, Guy Debord.

Difícil descansar com a mente acelerada, mas é só segunda-feira. A dinâmica de “vida e estudo” precisa ser gerida de maneira inteligente, para o bem do corpo, da mente e do espírito.

Pai vencedor

Eu sempre quis ter um pai vencedor!

Alguém forte, corajoso, inteligente, cheio de talentos e de sucessos.

Mas foi preciso crescer para entender que o vitorioso da vida não pode ser definido com uma única batalha, analisando um único momento.

Perceber tudo isso me fez descobrir o tesouro único que é o meu pai; com capacidades que não podem ser contabilizadas, talentos que não estão em evidência em uma sociedade como a que me encontro.

Por isso, escrever sobre o meu pai exige primeiro as desculpas pelas besteiras que um jovem diz, pela incapacidade de entender a escolha de valores, e a virtude exercitada cotidianamente com o grande talento de amar.

Tenho, sem dúvidas, um pai vencedor, pois nunca faltou nada nem a mim, nem as minhas irmãs e mãe. Vencedor porque se manteve fiel ao sacramento do matrimônio, à família… e essas grandes vitórias, eu poucas vezes reconheci, mas nunca é tarde demais, por isso:

«Pai, sinto um orgulho imenso de ser seu filho!

Obrigado pelo seu testemunho de amor que não esconde as fragilidades, mas que é sem dúvidas uma enorme referência para mim de homem, de marido e principalmente de pai.

Com a minha vida, quero buscar fazer com que você sempre se orgulhe de quem é e saiba que o mais simples dos meus sucessos até hoje, eu nunca conseguiria, sem o seu apoio, a sua ajuda (concreta ou silenciosa), a sua confiança.

Te agradeço por tudo e te desejo um FELIZ ANIVERSÁRIO.

Do seu filho e admirador

Homenagem pelos 63 anos do meu pai, Valter Tenório.

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