Author: Valter Hugo Muniz Page 6 of 240

Valter Hugo Muniz - Formado em Comunicação Social com ênfase em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de SP (PUC-SP) em 2009, concluiu em 2012 a “laurea magistrale” em Ciências Políticas no Instituto Universitário Sophia, na Itália. Com experiência em agências de comunicação, multinacionais, editoras e televisão é, atualmente, consultor de comunicação na ONG Arigatou International, em Genebra, Suíça. Com vivência de mais de cinco anos na Europa (Itália e Suíça), participou de trabalhos voluntários em São Paulo e na Indonésia pós Tsunami (2005), além de uma breve estadia na Costa do Marfim (2014). É fundador do escrevoLogoexisto.

Dia dos pais

Dia dos pais

Acabei de falar com o meu pai, que semana passada festejou seus 73 anos de vida. Que privilégio eu sinto de ser filho dele!

Pensar no meu pai me faz sempre refletir sobre o impacto dele na minha vida enquanto pai, homem e, acima de tudo, ser humano. Apesar dos seus limites e vazios, ele sempre esteve presente, com um olhar sereno e um sorriso acolhedor que me fez sentir amado. 

Hoje, mesmo com toda abertura da sociedade e o incentivo do Feminismo, o papel do homem continua problemático. Além do machismo estrutural, que muitas vezes custa a vida de mulheres em todo mundo, outro aspecto negativo de impacto avassalador é justamente a aceitação da ausência dos pais dentro de casa. Na partilha das tarefas domésticas, mas sobretudo na falta de participação na educação e no acompanhamento de filhos e filhas.

Infelizmente, existe também um certo conservadorismo imbecil que sustenta a manutenção de papéis ditos tradicionais com justificativas religiosas. Família é um espaço dinâmico, que encontra o próprio equilíbrio no esforço comum e cotidiano de pais e filhos para que todos encontrem a propria realização. TODOS.  Nos mais variavelmente coloridos caminhos.

Rotular ou encaixotar os papéis de pais e mães é como cultivar um jardim monocromático.

Que hoje seja um dia para festejarmos pais presentes (valeu pai!), protagonistas, abertos e dinâmicos.

É esse pai que eu tento ser, esforçando-me e rezando todo dia para me aproximar mais dele.

lost

I lost you

I lost you.

Without goodbye.

I lost you.

And now, who am I?

I am silent tears.

And arduous pain.

I am questions with no answers.

Again and again.

I lost you,

Without goodbye.

I lost you.

I don’t know why.

Particularly today. 

Can’t find my hope. 

I lost you.

God, help me cope!

I wrote this poem for a colleague that lost a brother unexpectedly, without a goodbye

Mai Poeta

Trovarti, oh Maestro, è un arte.

99% sforzo, 1% vocazione 

ed un continuo svuotarmi.


Poi se amo, mi accorgo.

Sei piuttosto soffio, mai certezza.

Stravolgente tenerezza.


Gli anni passano.

Sono ormai diciassette.

Scrivo. Sbaglio. Dimentico i versi. 

Le parole restano disconnesse.


Ma cosa importa?

I versi, la rima o la gioia?


L’altro rimane la meta.

Continuo a parlare d’amore,

anche se, insomma, lo so, 

non sarò mai Poeta.

Pascoa

Páscoa

Felizes os que nutrem 

a teimosa esperança!

E os que cultivam a lembrança,

Daquele que deu a Vida. 

Não a tirou.

Hoje celebro o amor triunfante,

Após o vazio sufocante.

Para continuar acreditando, 

mesmo exausto,

De que o bem vence, 

não importa o percalço.

Páscoa é renascimento cristão,

Certeza de que nada foi em vão.

Sacrifício de amor.

Hoje re-significamos a dor

Mesmo parecendo loucura.

Amar, doar-se. 

Divina aventura. 

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